Confraria Netinho

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Acordando agora depois do show maravilhoso que fizemos ontem aqui na Ilha de Santiago, Cabo Verde, África. Fomos a cabeça de cartaz e encerramos a noite de ontem do Festival da Gamboa para uma multidão que pulou do início ao fim do show. Foi a quarta vez que participei de festivais aqui em Cabo Verde e todas as vezes foram assim. Alegria pura e um verdadeiro carnaval. Muito obrigado a todo o povo caboverdiano pelo carinho e pela noite de ontem. Estou muito feliz por ter representado muito bem o Brasil mais uma vez. Valeu Praia!!!!!

 

8:37h – Neste sábado, 19 de maio, estarei com meu show “Netinho e a Caixa Mágica” representando o Brasil no Festival da Gamboa, em Cabo Verde, na África. O festival acontece na cidade de Praia, na Ilha de Santiago. É a quarta vez que participo de festivais de música na África. O público é festeiro e altamente receptivo, conhecem todo o meu repertório e o show sempre vira um verdadeiro carnaval. A expectativa de público é de 150.000 pessoas por dia, é um mundo de gente e poeira subindo.

“Dias 18 e 19 de Maio acontece mais uma edição do Festival de Música da Gamboa. Netinho, Super Mama Djombo, Boss Ac, Djodje, Ricky Boy e Banda, African Rainbow e Jorge Neto são alguns dos artistas que marcarão presença neste evento cultural da Ilha de Santiago, Cabo Verde.

On the 18th and 19th of May takes place another edition of the Music Festival of Gamboa. Netinho, Super Mama Djombo, Boss Ac, Djodje, Ricky Boy and Band, African Rainbow and Jorge Neto are some of the artists that will be on this cultural event of Santiago Island, Cape Verde.”

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1:13h – É hoje no Copacabana Palace. Evento fechado, apenas para convidados. Vamos sacudir o Rio mais uma vez!

Domingo, 13 de maio, 13:25h – Noite maravilhosa ontem no Rio de Janeiro, fizemos um showzão incendiando tudo no Copacabana Palace.

00:53h - Esta semana eu aprendi um pouco mais sobre as crenças em duas experiências muito bacanas. A primeira foi com a minha filha Bruna. Eu nunca havia ido em cemitério ou velório porque nunca gostei desses ambientes. Mas com a morte do avô dela, meu sogro, precisei levá-la no Jardim da Saudade aqui em Salvador.
A segunda experiência foi a de cantar com um amigo, cantor católico, e sentir o comportamento do seu público na prática da fé e das coisas e crenças ligadas à Bíblia.

Pra mim, que não tenho ligação nem pratico nenhuma religião estabelecida, foi interessante observar as pessoas nas duas situações, a maneira diversa como cada um encara e se relaciona com os assuntos da fé, da vida, das crenças, tudo ligado à prática da religião. Tudo que vi e senti me fez ratificar o que sempre pensei sobre a importância de todas as religiões para o homem, inclusive daquelas que ainda serão criadas e que terão seu deus ou deuses inventados. O que seria de nós sem as nossas crenças? Como conseguiríamos seguir nesta corda bamba diária sem um suporte, sem acreditar em algo maior, sem se sentir protegido e amparado de alguma maneira?

O Deus que eu acredito foi criado por mim mesmo. É uma soma de todas as coisas bacanas que eu acredito, que vi e que vivi. E segue em construção. Não é um Deus que me ensinaram, que falaram pra mim, ou que li em algum livro. É um Deus que veio do resultado da prática das coisas, boas e ruins. E por ser assim, este Deus é único e está em tudo que faço.
Sou avesso a templos. A suntuosidade dessas casas e a eloquência dos seus oradores nunca me impressionou. Meu templo é a minha casa e a hora de me comunicar com Deus é toda hora.
Por mais que eu perceba que todas as religiões estabelecidas falseiam o verdadeiro sentido de um deus para as pessoas; por mais que eu enxergue claramente o quanto muitas religiões enganam e exploram seus seguidores, procuro respeitar a crença de cada um. O que importa é o fim, a finalidade dessa crença. Se ela serve para que cada um de nós se torne melhor, mais humano, mais solidário, ótimo.

5:33h - Frase de Barack Obama ontem , em entrevista à rede de TV ABC.: “Em um determinado momento eu concluí que para mim, pessoalmente, é importante ir em frente e afirmar publicamente que eu acho que casais do mesmo sexo deveriam poder se casar”.

É impressionante como, ainda hoje, certas pessoas querem interferir na felicidade de outras pessoas. A homo-afetividade sempre existiu desde o surgimento da raça humana. Existiu e foi praticada no tempo dos faraós no Antigo Egito; na Roma antiga; em todos os momentos da nossa história e em todo canto. A união entre duas pessoas do mesmo sexo deve ser tratada, em primeiro lugar, como uma questão de afeto, de amor. O sexo, é uma consequencia disso. E isso deve ser aceito e respeitado por todos.

Lamentável é o fato de muitos formadores de opinião sempre tratarem esse assunto como um “circo”, apoiando seus comentários no mais baixo nível de observação e análise.

É fato que no meio gay, uma grande maioria vive num verdadeiro “mercado de carne”. Talvez pelo fato de poderem ter relações com pessoas do mesmo sexo e acharem que fazendo isso estão quebrando “regras”, se sintam no direito de quebrar também o respeito, a fidelidade, e outros pilares da boa relação entre duas pessoas. Vivem assim num eterno pega-pega que não leva a nada a não ser à solidão e ao vazio. É claro que isso não é exclusividade do meio gay mas o fato de a maioria das relações homo-afetivas acontecerem na obscuridade, favorece e estimula este tipo de comportamento.
A verdade é que hoje em dia, no geral, as pessoas estão trocando a delicada e trabalhosa construção de uma vida a dois por aventuras e prazeres mais rápidos.

- É só dar uma olhada na rua, nos bares e restaurantes, nos cinemas, para ver que a quantidade de casais está diminuindo drasticamente. Independente do tipo de relação. O que mais se vê são pessoas sozinhas ou em grupos.

- É só dar uma olhada na estatística do número de casamentos e do número de divórcios.

- É só observar os dados do Censo Demográfico no mundo todo e perceber o quanto aumentou a quantidade de pessoas que moram sozinhas.

Não devemos nos preocupar se João e José ou se Maria e Tereza, querem casar, constituir uma família e ter filhos adotivos ou vindos de uma barriga de aluguel. Devemos nos preocupar sim é com o amor. Devemos nos preocupar é com o fato de as pessoas, no geral, estarem cada vez mais sozinhas, solitárias e individualistas.O fato de a busca e a difícil construção do amor verdadeiro estar sendo trocada por prazeres rápidos e fugazes é um sinal grave de que a família perde o seu valor geração a geração. E sem esta base, a família, nós não estamos nos tornando melhores. Ao contrário.

Só não enxerga isso quem vive isolado do mundo e das pessoas, ou quem não quer.

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